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Malta!

Bem-vindos ao I am Isabel Silva. Escrevo sobre a minha vida, os meus alimentos, as minhas corridas, o meu Caju. Espero que desfrutem.

Fui comprar um colchão e acabei a dormir uma sesta na EDNIS

Fui comprar um colchão e acabei a dormir uma sesta na EDNIS

O sono é uma parte fundamental da minha vida, por isso, o sítio onde durmo tem de estar ao mais alto níbel. Até o Caju aprovou a minha escolha.

Já vos disse várias vezes aqui no blog que se há coisa que para mim é importante é o sono. Não descuro do meu descanso, é ele que me dá a força e energia que preciso para conseguir estar bem e, como costumo dizer, abraçar o mundo. 

Neste momento, estou em fase de preparação para a Maratona de Nova Iorque, o que quer dizer que o descanso tem sido uma das minhas prioridades. E se tenho de descansar bem, o sítio onde descanso tem de ser o melhor. 

O meu atual colchão tem mais de dez anos e já passámos por muito boas noites e sestas a meio do dia. Não há nada melhor do que uma boa sesta para regenerar. Mas a verdade é que já estava a sentir que o colchão precisava de reforma. Sabem aquelas noites em que vocês se deitam e começam a sentir que a cama não está confortável e que, por mais voltas que dêem, não conseguem encontrar a posição certa para dormir? Está na hora de mudarem de colchão. 

O meu já estava a ficar assim, e por mais que me custe desfazer-me dele, vai ter de ser. Tive de praticar o desapego, mas antes foi preciso escolher um novo. Só que ao contrário do que aconteceu da última vez que tive de escolher um colchão, agora tenho um companheiro com quem partilho a cama todas as noites: o meu Caju. O moço dorme sempre comigo, mesmo ao meu lado, e ele também tem uma palavra a dizer neste momento tão importante. 

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Foi por isso que o levei comigo à loja da EDNIS, na Avenida da República, em Lisboa, porque isto não há melhor do que falar com quem sabe. E a verdade é esta, a EDNIS conta com mais de 50 anos de experiência na arte de fazer colchões, por isso se há alguém que perceba de colchões e de sono, são eles.

Então lá fomos escolher o nosso novos colchão e, na loja da EDNIS, fomos convidados a viver uma experiência, antes de tomarmos uma decisão. Malta, o colchão vai estar convosco durante uma década, tem de ser o vosso colchão, único, que se adapte a vocês. 

Assim que cheguei à loja encontrei logo vários colchões, cada um com as suas características, e uma das primeiras perguntas que o Rogério, o senhor muito simpático que trabalha na loja da EDNIS me fez foi qual era o tipo de colchão que eu preferia. 

— Preferes os soft, firmes ou médios firmes?, perguntou o Rogério. 

— Não percebo — foi logo a minha resposta. 

— Muito bem. Então para tu perceberes de que é que gostas mesmo, eu vou-te deitar num soft, num médio firme e num firme.

E assim foi. Lá andei a experimentar os vários colchões e uma das coisas que podemos — e devemos, na verdade — fazer é passar uns bons minutos em cada colchão, dar umas voltas, passar por uma experiência mesmo de sono, percebem? E para isso a EDNIS tem um espaço mesmo próprio, que parece um quarto com uma cortina onde vocês entram, deitam-se com uma máscara nos olhos, ouvem uma musiquinha ambiente, com um cheirinho incríBel — até trouxe uma velinha comigo, de lima e menta — e descansam o tempo que acharem necessário. Podem ser três, cinco, dez minutos, ou até podem fazer uma sesta, se quiserem. Até recomendam que o façam, porque é assim que se escolhe um colchão à séria. 

Na verdade, o mais importante é que vão com tempo, relaxados e sem stress. Nada de preocupações com o tempo e com outros compromissos. Só para verem bem, eu cheguei à EDNIS às 16 horas e quando saí já eram quase oito da noite. Claro que pelo meio ainda fiz o direto que viram no meu Instagram, estive em amena cavaqueira com toda a gente mas o resto do tempo foi a escolher colchões. 

Bom, e no final de tudo isto, cheguei a uma conclusão. É que claramente os soft, que eu achava que adorava porque são daqueles em que a pessoa se deita e quase afunda, como encontramos nas camas de hotel, não serve para mim. Sou uma mulher de firmeza. Mas depois de ter experimentado com calma percebi que, mais do que os firmes, eu gosto mesmo é dos médios firmes. 

Ao início estava decidida, o médio firme da linha Heritage, que é a linha premium da EDNIS, que é feita de forma artesanal. Só que entretanto olhei para cima e vi a gama Nature, mais voltada para a natureza, feita com materiais naturais como o algodão ou o linho. Subi, deitei-me novamente, desta vez no Rosemary, o colchão médio firme desta gama, e percebi que era mesmo aquele que vinha comigo — e com o Caju — para casa.

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Agora aguardo ansiosamente pela chegada do meu novo colchão. E sabem que mais? Assim que chegar, vou partilhar tudo convosco.

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