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Malta!

Bem-vindos ao I am Isabel Silva. Escrevo sobre a minha vida, os meus alimentos, as minhas corridas, o meu Caju. Espero que desfrutem.

Foi assim a minha festa dos 33 anos

Foi assim a minha festa dos 33 anos

Apesar de a festa estar marcada para um dia de semana e ser fora de Lisboa, as minhas pessoas estavam todas lá, e não sobrou nem uma uma migalha de bolo para contar a história.

Há vários momentos que gosto de apontar como sendo dos mais importantes e bonitos da minha vida, e percebo que, em cada um deles, estou rodeada de pessoas que de alguma forma são importantes e especiais para mim. Foi isso que aconteceu a 8 de maio, o dia em que celebrei os meus 33 anos. 

Escolhi fazer a minha festa na Quinta do Arneiro, um dos sítios mais especiais para mim, mas já lá vamos. Sendo um dia de semana e numa zona afastada do centro de Lisboa, tive algum receio de que não aparecessem muitas pessoas, até porque muita gente mora e trabalha em Lisboa, por isso talvez não fosse possível deslocarem-se até à Quinta, que fica na zona de Mafra, depois de um longo dia de trabalho, com outro pela frente na manhã seguinte. 

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Mas sabem que mais, pessoal? É nestes momentos que vemos como as pessoas gostam realmente de nós e o quanto significamos para elas. Fiquei muito surpreendida e feliz por ver que, apesar de ser longe, toda a gente apareceu e, para mim, a vida é isto. 

Às vezes no lufa-lufa em que andamos constantemente no trabalho, e principalmente quando fazemos aquilo de que realmente gostamos, estamos sempre a pensar nisso e acabamos por descurar uma das coisas que, para mim, são um dos pilares mais importantes para sermos felizes: conviver, partilhar e celebrar. De facto, os meus 33 anos e esta festa foram muito importantes para perceber que os meus amigos estão sempre lá e que também é importante parar e estar mais vezes com as pessoas de quem gostamos e que gostam de nós, por mais longe que elas estejam. E acreditem, longe faz-se perto, basta querermos. 

Estou muito contente por ter celebrado o meu aniversário perto de pessoas de quem gosto tanto. Convidei os meus amigos mais próximos, aqueles que estão diariamente comigo, e os que mesmo à distância estão sempre presentes, seja nos momentos bons ou nos maus, e é assim que quero que continue a ser.

Foi uma festa muito bonita, preencheu-me o coração e a alma e foi uma ótima forma de arrancar com os meus 33.

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A Quinta do Arneiro

Não é novidade para ninguém o quanto a Quinta do Arneiro significa para mim. Foi lá que fotografei “O Meu Plano do Bem”, o meu primeiro livro, é de lá que me chega todas as semanas um cabaz carregado com os melhores ingredientes para preparar as minhas refeições e são eles que alinham nas minhas maiores loucuras. Por isso, quando a Luísa me disse que iam passar a ter jantares de grupo, não hesitei. O meu aniversário ia ser ali, num local onde me sinto tão em casa. 

E a verdade é que fiquei surpreendida com tudo. Desde a parte do Welcome Drink antes do jantar até à decoração, com todos os detalhes pensados ao pormenor e onde não faltavam as flores frescas e as ervas  aromáticas, colhidas na Quinta. 

Não posso deixar de agradecer também à incríBel equipa de cozinheiros da Quinta do Arneiro. Quando marquei este jantar disse logo que todos os pratos tinham de ser totalmente veganos, algo a que os cozinheiros não estavam habituados. Mas a verdade é que cumpriram, e estava tudo ótimo, desde a foccacia com maionese e molho pesto veganos, a sopa de aipo com amêndoas e azeite de canela, o caril de lentilhas com arroz de tomate e pão naan até ao wrap de legumes enrolado em folha verde. 

O meu look

Assim que acordei percebi que este ia ser um dia bastante cinzento e onde a chuva não ia dar tréguas. Como costumo dizer, foi um dia abençoado. Mas por estar um dia tão escuro decidi levar uma roupa mais animada e, para isso, escolhi este macacão amarelo da Rhumma, à venda na Fair Bazaar. 

Como já devem ter percebido, este ano estou a tentar seguir um caminho mais sustentável. Depois de ter cumprido a minha Quaresma Vegana — podem recordar este desafio aqui —, percebi que há muito mais que todos podemos fazer para sermos mais amigos do ambiente. 

Uma das coisas que estou a tentar mudar também são as escolhas que faço no meu roupeiro. Sempre fui apologista da norma de “menos é mais”, e a verdade é que este macacão da Rhumma — podem encontrar aqui — é feito com 70% de cupro, uma fibra feita através de restos de algodão e que é biodegradável. Este tecido dá um toque semelhante ao da seda, muito suave, e é uma peça eco-friendly, feita com materiais provenientes de comércio justo e sem qualquer fibra ou material de origem animal. 

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Por estar a chover, tinha de levar um casaco que me mantivesse protegida. Escolhi este da Insane in The Rain, com um padrão às bolinhas, que também podem comprar aqui ou na loja física da Fair Bazaar, na Embaixada do Príncipe Real, em Lisboa. A gabardine é feita com materiais reciclados, sendo que para fabricar cada uma são reaproveitadas entre 17 e 23 garrafas de plástico. 

Para a carteira, escolhi uma peça da Above The Studio — à venda aqui — que é feita à mão por artesãos tailandeses. Todos os lucros que a Above The Stuedio consegue com estas carteiras são entregues às comunidades tailandesas, para que os artesãos possam desenvolver ainda mais a sua arte e continuar a seguirem um caminho sustentável. 

E como nenhum look está completo sem jóias, escolhi usar algumas peças da Dorin Jewelry — espreitem a página de Instagram aqui —, uma marca que encontram à venda na loja da Fair Bazaar e que é feita por uma joalheira israelita. As peças são todas feitas à mão e existem apenas algumas peças de cada modelo, o que as torna ainda mais únicas e especiais. 

O meu bolo de aniversário

Este bolo é, sem sombra de dúvida, o mais especial que alguma vez comi. E não tem a ver só com o sabor, porque de facto era magnífico. Era vegano, sem açúcares refinados e com cobertura de chocolate e recheio de beterraba, espinafres e limão. Pode parecer-vos estranho, mas garanto-vos que só sobraram duas fatias de um bolo gigante, como podem ver nas fotografias.

Mas o que o torna realmente especial é o facto de ter tido a mão da minha família do Alecrim aos Molhos. Da Mariana, do João, dos filhos da Mariana, a Beatriz e o bebé que nasceu a 9 de maio, num dia a seguir ao meu aniversário — até fechar este artigo ainda não sabia o nome dele, mas espero que a Mariana me diga entretanto! —, do Luís e da Cristina, os pais da Mariana, do Diogo e um grande bocado do Carlos. 

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Foi o Carlos quem fez a maior parte deste bolo que estão a ver nas fotografias. Ele é uma pessoa muito especial para mim. É cozinheiro, ajuda na gestão do Alecrim, dá um apoio na loja, faz tudo, percebem? Mas, acima de tudo, o Carlos tem uma paixão gigantesca pela cozinha. Quando lhe disse que queria que fosse ele a fazer o meu bolo de aniversário, ele ficou tão contente que até parecia que tinha sido eu a dar-lhe um presente. Passou toda a noite a fazer este bolo, talvez mais de cinco horas, e eu sei que há aqui amor e carinho e que, no final, ele foi feliz a fazer este bolo. Por isso, fiz questão de no final do jantar guardar umas fatias para lhes oferecer. Quando cheguei para lhe entregar o bolo, no dia seguinte, ele quase chorava. 

O melhor presente de aniversário foi o facto de ter tido todas as pessoas de que gosto ao meu lado a dar as boas vindas aos meus 33 anos, mas a verdade é esta, o melhor presentes físico que recebi foi este bolo da minha querida família do Alecrim aos Molhos, a minha segunda casa. 

Obrigada a todos os que estiveram presentes. À Quinta do Arneiro por ter aceite receber-nos e à minha família do Alecrim. Sem cada uma destas pessoas, nada disto teria sido possível.

E para quem quer espreitar mais algumas das fotografias da festa, espreitem aqui o site da Sara Cardoso para verem como tudo aconteceu. 

Agora, que venham os 34. 

AGRADECIMENTOS

Quinta do Arneiro

Sparkl

Fair Bazaar

Alecrim aos Molhos BIO

FOTOGRAFIA

Sara Cardoso e João Rocha

15 de maio: o dia em que inaugurei o meu EFIT

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