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Malta!

Bem-vindos ao I am Isabel Silva. Escrevo sobre a minha vida, os meus alimentos, as minhas corridas, o meu Caju. Espero que desfrutem.

Eu vou ser madrinha do Festival Zimp. Um retiro do bem que ninguém vai querer perder

Eu vou ser madrinha do Festival Zimp. Um retiro do bem que ninguém vai querer perder

Este festival reflete aquilo que acredito ser o caminho para uma vida plena e feliz. Estou grata pelo convite e muito ansiosa para viver uma das experiências mais bonitas da minha vida.

Há certas coisas nas quais tenho todo o gosto em estar envolvida, porque acredito mesmo naquele projeto. Seja porque está ligado à alimentação, ao desporto, seja ao que for, vocês já sabem que, se me identificar com a filosofia daquele projeto e me fizerem o convite certo na hora certa, tenho todo o gosto em estar presente. 

Foi isso que aconteceu com o Festival Zimp, que acontece na semana de 29 de julho a 4 de agosto, na Quinta do Crestelo, em Seia. Para quem não sabe, este festival foi criado pela família Varatojo, responsável pelo Instituto Macrobiótico de Portugal, e está direcionado para a saúde, o bem-estar, a alimentação saudável e também para o desporto, o que me fez ficar ainda mais interessada quando recebi o convite para ser madrinha da edição de 2019. 

“Mas Isabel, como é que isso aconteceu?”, perguntam vocês, e muito bem. É por isso que, antes de vos explicar o que é que me faz acreditar que este festival tem todos os pilares necessários para termos uma vida plena e feliz, tenho de vos falar da base. É que o brilho deste festival existe por um motivo muito especial: a família Varatojo. 

A Família Varatojo

Há muito tempo que conheço o nome desta família inspiradora. Tenho todos os livro do Francisco Varatojo — podem encontrá-los aqui —, o da Marta — está aqui — e, mais recentemente, o da Geninha — está à venda aqui

Almoço regularmente no Instituto Macrobiótico e sinto que nada me faz tão feliz como aquele momento em que me sento, pego nos pauzinhos e saboreio com tranquilidade tudo o que estou a comer. Porque não é só o que comemos que conta, mas a envolvência e a disposição com que saboreamos a refeição também é muito importante, e tento ao máximo fazer isto cada vez que como. 

Além disso, sempre senti que tudo o que como tem um sentido e acredito, cada vez mais, que a comida me ajuda a desenvolver a minha criatividade e a minha alegria. É por isso que, sempre que lia ou via algo sobre esta família sentia uma conexão única. Estávamos alinhados no pensamento e, por isso, sempre senti que os conhecia desde sempre. Só que isso não era bem assim, porque nós nunca nos tínhamos cruzado pessoalmente. 

Até que isso mudou, e tudo graças à Patrícia Vasconcelos. Ela é uma das embaixadoras do Festival Zimp e um dia manda-me uma mensagem, sem nunca termos falado, a dizer que gostava muito de almoçar comigo no Instituto Macrobiótico, porque me queria fazer um convite. 

É verdade que não conhecia a Patrícia, mas esta descontração dela e o à vontade com que falou comigo fez com que a gostasse dela à partida. Ela tem muita energia, assim como eu, é uma pessoa que não pára e gosta de fazer acontecer, e acredito que isto tem muito a ver, também, com esta magia dos alimentos que nos fazem brilhar. 

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Então lá fui almoçar ao Instituto Macrobiótico e tudo começou aqui, no dia em que me sentei à mesa com estas mulheres inspiradoras, as mulheres da família Varatojo. E foi nesse momento que confirmei tudo o que sentia, esta conexão, o carinho, amor, respeito, honestidade e alegria estavam todos lá. Estas pessoas estão de bem com a vida, acreditam, tal como eu, que os pequenos prazeres estão nos detalhes, que são preciosos. 

No final desse almoço perguntam-me: “Belinha, queres ser madrinha do nosso festival?”, e não hesitei em dizer que sim, claro que sim. Não só por saber que este festival reflete aquilo que eu acredito ser o caminho para uma vida plena e feliz, mas também porque esta é uma experiência que eu ainda não vivi. 

Mas na verdade, por trás de tudo isto está a minha gratidão. Não há nada que me preencha mais do que sentir que pessoas que eu admiro e que me inspiram sentem o mesmo por mim. É bom saber que há pessoas assim que gostam de nós, que nos fazem acreditar que a nossa vida neste mundo tem um sentido e que estamos no caminho certo e, por isso, é com todo o gosto que estarei neste festival. 

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O Festival Zimp

Como há vos disse, o festival vai acontecer em Seia e está direcionado para quem quer encontrar ferramentas e práticas saudáveis, seja no desporto, na alimentação ou até mesmo no desenvolvimento pessoal, que queira levar para a sua vida no dia a dia. Para quem não sabe, o Zimp já existe há muito anos, mas nem sempre foi Zimp, como me contou a Sofia Varatojo, que está responsável pela organização juntamente com o resto da família. 

“Os meus pais tinham um campo de férias para alguns dos nossos alunos, no Algarve, até que uns anos mais tarde resolveram reformular totalmente o evento e criaram o Zimp”, diz a Sofia. “Tinha de ser um espaço na natureza e começámos no Zmar, daí o nome Zimp. O ‘Z’ de ‘Zmar’ com o IMP de Instituto Macrobiótico de Portugal.”

Entretanto, já mudaram de sítio duas vezes. Primeiro para o Diverlanhoso, no Gerês, e em 2017 para a Quinta do Crestelo, em Seia, onde há mais espaço, melhores condições mas também muito espaço para se estar na natureza. 

Quem vai ao Zimp pode esperar um ambiente muito familiar, onde muitas vezes se encontram amigos para a vida enquanto, ao mesmo tempo se aprende imenso sobre várias áreas. O festival, diz a Sofia, é muito rico em temas como o ioga ou a culinária, mas também é ótimo para quem quer estar em contacto com a natureza e praticar o desenvolvimento pessoal.

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Ao longo dos anos têm havido sempre novidades e, este ano, além de terem inserido práticas de shiatsu no programa, a família Varatojo, que está toda envolvida no planeamento do Zimp, conseguiu pela primeira vez ter um orador estrangeiro a dar uma palestra no festival. Chama-se Simon Brown, é britânico e um dos pioneiros na prática e ensino do Feng-Shui em todo o mundo. Tem dois livros publicados que podem encontrar aqui

Como nunca fui a este festival, e queria perceber ao certo porque é que há tanta gente a querer participar — até porque as inscrições costumam esgotar rapidamente — falei com uma jornalista, a Marta Cerqueira, que já esteve no festival no ano passado e está a planear voltar este ano. 

“Fui ao Zimp pela primeira vez no ano passado e este ano quero voltar porque fiquei com vontade de repetir aquela sensação de bem-estar prolongado. Foi mesmo uma semana em que parecia que estávamos numa bolha de bem-estar”, conta a Marta. “Começava sempre a manhã com uma aula de ioga, depois tínhamos o pequeno-almoço em que, tal como todas as outras refeições, eram macrobióticas, todas muito bem pensadas e nas doses certas. E apesar de ter ido sozinha, e não conhecer rigorosamente ninguém, vim de lá com alguns amigos. E o ir sozinha às vezes também é bom, porque, na hora das refeições, por exemplo, que se faziam na sala com mesas de partilha eu sentava-me sempre numa mesa diferente, por isso conhecia sempre pessoas novas, o que foi ótimo.”

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Por isso, pessoal, já sabem onde me vão encontrar nesta semana. Acredito mesmo que o Zimp reflete aquilo que acredito ser o caminho para uma vida plena e feliz. Aqui, os dias convidam à auto reflexão, celebram a comida que nos faz brilhar e estimulam e despertam o nosso corpo para a atividade física. Se quiserem saber mais sobre o Zimp e espreitar o que aconteceu nas edições anteriores, podem ver tudo aqui

Queria agradecer muito à família Varatojo por esta oportunidade e, claro, à Patrícia Vasconcelos, que me apresentou esta família que tanto admiro e que tenho a certeza que me vai acompanhar durante muitos anos. 

Conto convosco no Zimp?

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