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Malta!

Bem-vindos ao I am Isabel Silva. Escrevo sobre a minha vida, os meus alimentos, as minhas corridas, o meu Caju. Espero que desfrutem.

As pessoas bem sucedidas praticam desporto. Estas histórias provam isso mesmo

As pessoas bem sucedidas praticam desporto. Estas histórias provam isso mesmo

É a ciência que explica que as pessoas bem sucedidas na vida fazem quase todas desporto. Conheço dezenas. Deixo-vos aqui algumas histórias de sucesso, para perceberem.

A minha mãe costuma dizer que pratico desporto desde que estou na barriga dela. Depois disso fiz um pouco de tudo. Desde ginástica rítmica a danças de salão até desportos coletivos como o basquetebol ou o ténis, mas só há quatro anos é que descobri uma das minhas verdadeiras paixões: a corrida.

O desporto sempre esteve dentro de mim e foi algo que os meus pais me incutiram toda a vida, e sempre que alguém me pergunta de onde vem a minha energia, eu digo que é daí. Sempre estimulei o corpo a sair da minha zona de conforto e, principalmente, a manter-me ativa. É por isso que nos dias em que não treino porque tenho uma lesão, por exemplo, sinto imediatamente que a minha performance está mais em baixo.

Na verdade, é o desporto que me deixa feliz e, no fundo, me torna numa pessoa mais bem sucedida. Eu preciso de ter estes momentos para ser feliz e para estar mais focada no meu dia a dia, para ter a minha cabeça sã e a mente limpa.

Quando as pessoas me dizem que não têm tempo para treinar, eu digo sempre que isso são desculpas. Tudo passa por dar prioridade às coisas certas. Para mim, há certos pilares que são totalmente indispensáveis: comer bem, dormir bem, dar o meu melhor no meu trabalho, estar com o meu Caju e praticar exercício físico regularmente. Tudo o resto tem de existir em torno destas premissas e é em torno delas que faço a gestão do meu dia a dia.

Dou-vos um exemplo muito concreto, malta. Há dias tinha de estar no centro de Lisboa às 9 horas da manhã para filmar uma mega produção de receitas incríBeis com a Iswari, que tenho vindo a partilhar convosco aqui no blog — podem ver o sumo Detox que fiz aqui. Ora, como sabia que tinha este compromisso, no dia anterior preparei a minha marmita, organizei a minha vida toda e deitei-me às 22 horas. Para quê? Para me levantar às 5h30 e ir correr entre as 06h15 e as 7 horas da manhã.

Depois da corrida ou do treino sinto que o meu corpo se transforma. Fico com muito mais power e todos os problemas que podiam ter deixam de ser problemas para se transformarem em desafios que tenho de superar. Sabem o que é que costumo dizer? Há pessoas que têm o vício do jogo, do trabalho, das viagens ou do tabaco. O meu é libertar hormonas que me tornam muito mais focada para conseguir atingir todos os meus objetivos.

Há vários estudos que comprovam que quem pratica desporto com regularidade é mais produtivo e, na realidade, mais bem sucedido no seu trabalho. Em 2016, uma neurocientista da Universidade de Nova Iorque, que publicou um livro chamado Healthy Brain, Healthy Life (não está traduzido para português, mas podem comprar a versão original aqui), a Drª Wendy Suzuki, explicou que existe mesmo uma relação entre a prática desportiva e a performance no trabalho.

É que enquanto estamos a treinar o nosso corpo liberta várias hormonas, entre elas estão as endorfinas, a serotonina, a noradrenalina e a dopamina. Todas elas têm benefícios incríBeis para o nosso organismo como ajudar a dormir melhor ou a combater o stresse. Mas esta investigadora foi ainda mais longe e concluiu que a prática regular de exercício físico melhora não só a nossa capacidade de focar a atenção mas também a nossa memória. Além disso, a Drª Suzuki diz ainda que há outros testes a decorrer para comprovar que praticar desporto pode fomentar a nossa capacidade de imaginar nossos cenários, ou seja, torna-nos mais criativos. 

Malta, tudo isto são motivos mais do que suficientes para vocês saltarem já do sofá e irem fazer uma caminhada, uma corridinha ou até podem só ir nadar durante meia hora. Mas se não estiverem convencidos, deixo-vos aqui os testemunhos de alguns amigos meus que, além de serem atletas, também são pessoas super bem sucedidas. Espreitem o que eles me disseram.

Cristina Mitre, jornalista, autora do livro “Mulheres que Correm” e do blog The Beauty Mail

“Corro bastante e faço trabalho de força duas vezes por semana num ginásio com o meu PT, para que possa estar no meu melhor estado físico possível e para beneficiar a minha saúde. Mas correr ensinou-me que não há limite para além daquele que tu quiseres impor. Aprendi a dosear-me, a ir com calma e a sentir-me sempre vitoriosa quando corto uma meta. Correr ensina-te a estar confortável dentro do desconforto e a vida é mesmo assim. Há alturas em que cais de costas e não há mais nada a fazer a não ser levantares-te, mas também há linhas retas infinitas em que te deixas levar.

Correr ensina-te a preservares-te, a não te renderes e a trabalhar a empatia, porque chegando à meta de uma prova sabes o quanto te custou para chegar até ali. A beleza deste desporto é que toda a gente ganha, seja aquele que faz a maratona em quatro horas ao que consegue percorrer fazê-lo em menos de três.”

Eduardo Gotuzzo, diretor da Garnier

“Corro todos os dias e gosto de competir em maratonas. Além disso, vou quatro ou cinco vezes por semana ao ginásio e gosto de outros desportos como paddle surf, ciclismo de montanha, futebol e vôlei de praia.

Claro que existe uma relação direta entre a prática desportiva regular e o sucesso profissional. Do meu ponto de visto, isto ocorre porque há uma relação direta entre as duas coisas: a disciplina, dedicação, esforço, auto-desafio, resiliência e, claro, a ambição de fazer melhor a cada dia. Além disso, no meu caso, correr dá-me espaço para meditar, pensar e, claro, gastar energia para cada dia profissional ser melhor e liderar a minha equipa da melhor forma possível.”

Ricardo Martins Pereira, diretor-geral da MAGG e diretor do NewsMuseum

“Desde que me lembro de existir que pratico desporto. Em miúdo, e até aos 12 anos, joguei futebol em vários clubes. No tempo livre que tinha, agarrava numa bola e ia para a rua, muitas vezes sozinho, rematar a bola contra uma parede, ou simular fintas a adversários imaginários. Aos 12 anos, decidi tentar uma modalidade nova, e comecei a jogar andebol. Nasceu uma nova paixão. Joguei desde os iniciados até ao primeiro ano de sénior. Só deixei de jogar aos 19 anos, no meu segundo ano da faculdade, quando vim morar para Lisboa. Na altura, como estudava e trabalhava, não tinha tempo para jogar nenhum desporto coletivo, então, comecei a correr na rua, algo que já fazia desde os 16 anos, se bem que de forma pouco regular. Corri a minha primeira meia-maratona aos 18 anos, ainda no 12.º ano. Desde então nunca mais parei.

A corrida é, para mim, um escape, uma oportunidade de ter o meu tempo, em que estou sozinho, a pensar nas minhas coisas, focado unicamente em mim. É a correr que tenho a maioria das minhas ideias criativas, é a correr que procuro resolver problemas na vida ou no trabalho, que procuro soluções para problemas, mas é também a correr que consigo libertar-me do stresse, inspirar-me, limpar a cabeça, ganhar ânimo e muitas vezes coragem para enfrentar novos desafios pessoais ou profissionais. Se, por algum acaso, passo algumas semanas sem correr noto imediatamente isso mesmo no meu lado emocional. Fico mais irritadiço, impaciente, tenho menos energia, durmo pior, como pior, tenho uma menor capacidade de trabalho. 

A corrida, e o desporto em geral, tornaram-me numa pessoa melhor, mais paciente, mais lutadora, mais resiliente, com uma capacidade de sacrifício muito maior. Hoje, é, para mim, impensável viver sem esses momentos para mim, os meus momentos. Sem corrida, eu, simplesmente, não sou eu.

 

Este é o segredo para o meu sucesso, e o vosso, qual é?

 

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