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Malta!

Bem-vindos ao I am Isabel Silva. Escrevo sobre a minha vida, os meus alimentos, as minhas corridas, o meu Caju. Espero que desfrutem.

Os 10 sítios onde me podem encontrar a correr

Os 10 sítios onde me podem encontrar a correr

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Os meus preferidos...

 

Há quem tenha aquela versão poética de que para se correr não é preciso nada, basta calçar uns ténis e sair de casa à aventura. Malta!, alto. Não é bem assim. Ou melhor, até pode ser, se formos aquilo a que o pessoal das corridas chama de corredores de domingo, que são os que correm uma vez por semana sem qualquer tipo de objetivo, só para se mexerem um bocadinho. Nada contra, atenção! Aliás, quanto mais corredores de domingo houver melhor, porque é sinal de que o pessoal está preocupado com a saúde e o bem-estar, e isso é muito bom. Mas quando se começa a correr com alguma disciplina, com objetivos definidos, quando se quer melhorar tempo, começar a correr distâncias maiores, então, a coisa já não pode ser assim tão poética, e o jardinzinho do bairro já não é suficiente para se treinar.

Eu tenho as minhas rotinas, e elas são fundamentais para que eu consiga evoluir. Tenho os meus spots preferidos para fazer treinos mais curtos, mais longos, passeios a trote, e depois a pista, onde a malta dá tuuuuuuudo, até ao limite, porque na pista não se corre, pessoal, na pista treina-se. São coisas diferentes.

Então e vamos lá a saber onde é que eu faço os meus incríBeis treininhos em Lisboa. Sabem onde é que me encontram quase todas as manhãs? É aqui.

Pista e circuito da Cidade Universitária

 Não me peçam para fazer um treino regenerador de 50 minutos na Cidade Universitária. Muito menos para fazer uma corrida superior a uma hora e meia. É que andar ali às voltinhas naquele circuito não é propriamente motivante. Agora, se vamos falar de séries na pista, então, este é o meu spot.

Só para contextualizar aqui um bocadinho. Os treinos de séries são fundamentais para que o nosso corpo se habitue a velocidades elevadas. Por isso, quando falo de séries estou a falar de corridas em pista, curtas, que podem ir de séries de 200 metros até séries de dois quilómetros. Raramente vou além disso. A ideia é conseguir manter uma velocidade elevada nestas distâncias mais curtas, porque é assim que o corpo, as pernas e o coração se habituam a andamentos velozes, e depois não estranham quando puxamos mais por eles em treinos de estrada.

Em todos os treinos de séries, começo sempre um aquecimento de 20 minutos. Diria que este é o limite de tempo em que consigo correr com prazer no tal circuito da Cidade Universitária. Mais do que isso não, “palize”! Tenho um trajeto já definido (para o aquecimento) e depois sigo para a pista de atletismo. Em tartan. Com 6 corredores. Excelente! E é aqui que dou tudooo!

Centro Desportivo Nacional do Jamor

Também gosto de fazer treinos de séries na pista do Estádio Nacional. É outra excelente opção. No entanto, no Jamor já consigo fazer outro tipo de treinos, nomeadamente treino de escadas, corrida de corta-mato e treinos regeneradores, que são aqueles que normalmente faço depois de outros mais intensos.

Para além disso, este é um excelente local como ponto de partida para treinos mais longos. Por vezes, vou na direção da Ponte 25 de Abril, por outras sigo para Oeiras. É sempre à beira mar, ou à beira rio. Ah!, outro pequeno grande pormenor: tem um café com uma esplanada linda. Não começo a minha corrida sem um café polvilhado com canela.

Caxias e Paço de Arcos

Correr junto ao mar é absolutamente inspirador para mim. É importante que se corra num local de que se gosta para que se consiga manter a motivação e a inspiração lá no alto. Acredito mesmo que os resultados são sempre melhores. Sempre que corro pelas zonas de Caxias ou Paço de Arcos, seja verão ou inverno, dou sempre um mergulho no mar.

Num sítio ou no outro, faço sempre treinos, como eu costumo dizer, rasgadinhos, dependendo dos meus objetivos — maratonas, meias maratonas ou simplesmente correr sem nenhuma prova em mente.

Tanto posso fazer um treino longo de 30 km, a começar e a terminar em Caxias (na Baía dos Golfinhos), como posso fazer um treino de escadas para trabalhar a força — nestes casos começo aqui, vou até ao Jamor, faço o meu bloco de escadas, e regresso. Isto é apenas um exemplo.

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Em Paço de Arcos, por exemplo, gosto muito de correr entre 12 a 18 km constantes e terminar os últimos quilómetros em jeito progressivo, ou seja, a acelerar e a baixar os tempos. Aqui, depende também da hora a que vou correr. Mas já sabem, eu acordo mais cedo do que as galinhas! Gosto de ter a estrada só para mim.

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Há uma coisa em comum nestes dois pontos : o IncríBel mergulho no mar. Não há nada melhor do que a sensação térmica ao mergulhar no mar, logo a seguir à corrida. Só tenho tempo de tirar as sapatilhas e as meias e depois.... tchuuuuucaaaa! Revigorante! Amo demais!

MAAT

Junto ao rio, lá está! São dois locais lindos para correr. São muitos os lisboetas e os estrangeiros que correm por aqui. Lisboa é linda, pessoal! Tem uma luz magnífica, seja ao nascer ou ao pôr-do-sol.

Estes dois locais tanto podem ser o ponto de partida como de chegada, ou mesmo de passagem. Normalmente quando tenho menos tempo também prefiro correr por aqui. Os treinos por aqui são variados, mas por exemplo, no MAAT também faço treinos de escadas. Subir um lance de escadas e, ao descer, ter na linha de visão  o rio e a ponte 25 de Abril é o melhor gel que se pode ter para manter a melhor energia do nosso treino.

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Guincho

O meu rico Guincho! Quando quero trabalhar o meu core, a minha resistência, vou para o Guincho. Os treinos mais desafiantes são aqui. E é aqui que faço grande parte dos meu treinos superiores a 90 minutos, principalmente os longos.

Nesta fase de preparação para a Maratona de Berlim, começo sempre aqui, na Estalagem do Muchaxo. Podem ser 20, 25, 30 ou 35 km, mas este é sempre o ponto de chegada. Por norma, corro os longos aos fins de semana, por essa razão, é porque tenho mais tempo, depois do treino vou regenerar para as águas geladas do Guincho e por ali fico, pelo menos uma hora a saborear o meu pós-treino e a partilhar com os meus camaradas de corrida as sensações do treino mais desafiante da semana.

Se algum dia correrem um longo no Guincho, lembrem-se: se estiver vento contra, vão ter o vosso melhor treino de core de sempre, entre a Casa da Guia e a Praia do Guincho. Experimentem que vão ver.

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Parque das Nações

Outro local excelente para começar os treinos longos. No Inverno, tenho esta zona como ponto de partida. Agora na altura do Verão não me apetece tanto começar ali, até porque quero sempre terminar junto ao mar. Ainda assim, como estou perto do EFIT, por vezes faço ali na zona um treino regenerador.

Há tempos, organizei aqui um treino solidário com amigos e desconhecidos... que ficaram amigos. Corremos 10 km no sentido Expo-Lisboa. Foi uma manhã maravilhosa. 

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Sintra

É a chamada corrida ou treino mágico. O microclima da Vila de Sintra torna tudo encantador. Por vezes, esqueço-me de que estou a treinar, só penso em desfrutar. Apesar do sobe e desce, aqui todos os percursos que faço passam em três tempos.

A Corrida do Fim da Europa, por exemplo, é difícil, bem sei (já corri a prova três vezes — podem ver aqui), mas corre-se praticamente dentro de um pulmão, cheio de vida. O ar que se respira é regenerador e quer chova ou faça sol, não estou nem aí. Estou sempre a correr com prazer.

Porém, para quem corre sempre em terreno plano, convém trabalhar a força antes  de se aventurar nestes trajetos. Treinos de escadas, por exemplo, são uma excelente opção. Aqui gosto de correr, por norma, 15 a 18 km.

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Monsanto

E por falar em Pulmão... temos este no coração de Lisboa. A primeira vez que corri 10 km foi aqui, em Monsanto. Sugiro que leiam o meu artigo Porque é que eu corro”. Lá conto-vos porque é que decidi correr aqui,  assim

como os amigos que se juntaram a mim nesta aventura. Sim, naquela altura eu não sabia se estava capaz de correr 10 km. Era a minha primeira vez. E consegui! Foi lindo. E o local onde corri, acreditem, ajudou muito ao meu foco e motivação!

Para treinos de 60 minutos, sem ritmos, é um sítio perfeito. É tudo tão verde e inspirador que me esqueço de que estou em Lisboa.

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Espinho

Sempre que vou ao norte passar o fim de semana com os meus pais, corro em Espinho, junto ao mar. Quando chego, comunico ao energético grupo Running Espinho e são muitas as vezes que corremos todos juntos. Normalmente faço entre 15 a 20 km progressivos.

Começo sempre junto ao Restaurante A Cabana e sigo para o Senhor da Pedra. Regresso e vou direta ao mar da praia da Baía de Espinho. Posso dizer-vos que esta fotografia foi tirada no dia 24 de Dezembro. E a água não estava assim tão fria... até porque terminei este treino de 15 km a 4:20min/km. E quando é assim... tudo sabe bem!

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Jumpsuit... ora verde, ora laranja

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Com preto não me comprometo

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