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Malta!

Bem-vindos ao I am Isabel Silva. Escrevo sobre a minha vida, os meus alimentos, as minhas corridas, o meu Caju. Espero que desfrutem.

Estar na ronha é do melhor que há (e todos têm direito a isso, até eu)

Estar na ronha é do melhor que há (e todos têm direito a isso, até eu)

Eu adoro correr. Adoro dançar. Adoro energia. Mas também preciso muito daqueles momentos em que só estou na cama sem fazer nada. Eu defendo o direito à ronha. Para todos.

Quem me segue está muito habituado a ver-me a correr, a dançar, cheia de energia, mas a verdade é que eu sou como toda a gente e também adoooooro, e preciso muito, de dormir as minhas horinhas de sono e aproveitar alguns tempos livres para ficar só ali na ronha sem fazer… nada!

Não é algo que faça com regularidade, até porque ao fim-de-semana gosto de acordar bem cedo para as minhas corridas. Mas devo confessar-vos que tive muitos destes momentos depois da Maratona de Sevilha, e é bem provável que os volte a ter mal termine a Maratona de Berlim, a 16 de setembro.

É fundamental desligar o chip da competição, do foco e da preparação para quando nos lançarmos em novos desafios, estarmos com a cabeça limpa e motivados. Mais: dias assim, no dolce far niente, são os melhores para se recuperar de todas as pequenas lesões e para se ganhar ainda mais energia para os treinos da próxima semana. Pessoal! Coçar também é treino, OK?!

Nestes meus momentos de ronha, se há coisa que adoro é aquela hora de ir à cozinha buscar qualquer coisa para comer e… voltar a correr para o ninho! Tomar o pequeno almoço na cama com todo o tempo do mundo e depois deixar a comida assentar. Isto é a cereja no topo do bolo. E enquanto assenta adoro ficar ali a ler ou escrevo as minhas coisas. E muitas delas são partilhadas convosco! Sou menina para ficar duas ou três horas nisto, mesmo. Mas mais também não, senão depois enjoa. Pelo menos para mim. Há uma vida lá fora também.


Então e nestes dias o que é que eu gosto de comer ao pequeno-almoço? Adoro tudo na tigela. É aquele despertar super nutritivo, saboroso e que não demora mais de cinco minutos a preparar. Há tempos, num destes dias, peguei no meu primeiro livro “O Meu Plano do Bem", folheei-o e dei de caras com esta minha receita, que vos vou mostrar. Como não tinha todos os ingredientes, fiz aquilo que recomendo sempre: mais do que copiar a receita toda é entendermos aquilo que estamos a comer. Sabia que precisava de açúcares e mais hidratos para o meu dia, então, escolhi: uma banana, uma maçã, juntei pólen de abelha, arroz puff e canela. Mais houvesse! É muito triste chegar ao fim e ver o fundo da tigela. Estava capaz de comer mais duas doses assim.

 

FOTOGRAFIAS DE ANDRÉ NOGUEIRA

 
A pantufa para o frio e a fita para o vento

A pantufa para o frio e a fita para o vento

Eu ADMIRO aqueles e aquelas que NUNCA desistem

Eu ADMIRO aqueles e aquelas que NUNCA desistem